No
livro Mantras de Vida, de João Nunes Maia e Loester, nós encontraremos a
seguinte mensagem de saúde: “Se queres ter saúde, esqueça a doença! A medicina
do futuro será diferente da atual, pois irá tratar primeiramente da conduta do
indivíduo, da higiene de sua mente e da educação de suas palavras; irá ensinar
a respiração profunda e a alimentação correta para que a mecânica orgânica
entre em plena sintonia com a mecânica universal”.
É
fato comum ouvir da ciência médica naturalista que “as sementes das doenças são
plantadas com muita antecedência”. O livro dos Espíritos, bem como o livro dos
Médiuns, por Alan Kardec, nos informa que o conhecimento do perispírito é a
chave para a resposta de uma série de problemas até agora não explicados. Ele
diz assim: “A medicina ainda considera o elemento material ponderável e se
priva de apreciar os fatos de uma causa incessante de ação”.
No livro O Poder da Cura Quântica,
de autoria do Doutor Deepac Chopra, um trecho diz assim: “Para o homem moderno,
a doença não é uma necessidade, e sim uma escolha; a natureza não nos impõe uma
bactéria ou um verme que causa as variadas doenças. Essas são dúbias criações
do homem, pois, assim como ele foi capaz de criá-las e mantê-las, ele também
será capaz de expulsá-las e de destruí-las”.
A doença pode ser o recurso para
desviar o homem do vício e da paixão. No livro Elucidações do Além, Ramatiz nos
diz assim: “A doença manifesta-se teimosa e insolúvel porque atende a um
processo determinado pelo alto, só regredindo depois que o enfermo do corpo
também se decide por uma vida dedicada aos princípios regenerativos. No
entanto, desde que seja da vontade de Deus, dos guias ou dos anjos, a cura será
fácil e até miraculosa, pois, nesse caso, o doente tanto recobra a saúde com um
gole de água fluidificada prescrita por qualquer médium como se recupera
através do chá, da erva receitada pelo curandeiro ou pela oração de um pastor”.
O homem, através da evolução da
ciência, intuitivamente procura desempenhar seu papel que nunca abandonou. E na
nova era? A ciência médica desse novo milênio já se inicia revolucionando
padrões, desobstruindo fronteiras e abrindo caminhos promissores no
desenvolvimento das pesquisas com células-tronco embrionárias e células
adultas. São achados preciosos da ciência, mas que se esbarram nas
prerrogativas da religião e de grupos conservadores.
O cientista e biólogo americano
Edward Wilson, em entrevista a uma revista disse, entre outros assuntos que
ciência e igreja haveriam de fazer as pazes e se dar as mãos, pois nesse
entendimento todos sairiam ganhando para o bem da mesma sociedade. Esse esforço
sobrenatural ao qual se propõe o cientista haveria de partir da igreja que é
uma instituição que se encontra em débito com a ciência pelas arbitrárias,
desumanas e injustas perseguições ao longo dos séculos.
As células-tronco embrionárias são
especiais por seu caráter da generalidade; elas podem curar todas as
enfermidades enquanto as demais células só podem construir um tecido
específico- é o que a ciência afirma hoje.
Christopher Reeve poderia ter sido
salvo da morte não fossem tantas barreiras. Esse grande ator que interpretou o
Super Homem ficou tetraplégico após cair do cavalo. Ele lutou em vão em defesa das
pesquisas com células-tronco embrionárias até a morte, porém o caso dele
esbarrou na imprecisão dos cientistas que ainda engatinhavam nas pesquisas
desse campo tão misterioso, fascinante e promissor. Entretanto, o maior
obstáculo na época se achava na intransigência das igrejas e nas unhas de
grupos conservadores. Assim como no caso de Reeve, existem outros milhões de
pacientes em todo o mundo que aguardam essa magnânima prerrogativa da ciência
para receber a cura. Felizmente, recentemente cientistas americanos conseguiram
retirar células-tronco de embriões sem, contudo, matá-las. Esse avanço recompõe
o caminho rumo aos padrões éticos e desobstrui a oposição desvairada de grupos
opositores.
Com
essa nova possibilidade, a ciência em breve estará tratando das doenças tidas
como incuráveis ou crônicas.
Cabe
à nova ciência se orientar por todas as fontes e caminhos encontrados pelo novo
homem. Harold Koenig, um respeitável especialista em geriatria, psiquiatria e
bioestatística da Universidade de Duke, nos EUA, prega os resultados de suas
pesquisas mostrando que a fé faz bem à saúde. Em sua pesquisa, Koenig notou que
os pacientes que tinham fé enfrentavam com mais otimismo os problemas de saúde,
tinham mais disposição, esperança e reagiam de forma mais positiva aos
tratamentos. Doutor Koenig respondia a uma entrevista da Revista ISTOÉ, quando
o entrevistador perguntou: “Esse entendimento funciona para qualquer pessoa e
em qualquer religião?” Koenig respondeu que sim e que basta seguir os
princípios que a maioria das religiões prega, ou seja, a fé. A matéria de
Koenig me chamou a atenção de forma positiva quando ele disse que quem leva a
ferro e a fogo e decide depositar tudo nas mãos de Deus corre o sério risco de
perder a vida. Observaremos, em algum trecho da bíblia, um recado de Deus
dizendo mais ou menos assim: “Faça a tua parte e eu o ajudarei”. Na própria
revista apresentaram um estudo feito pelo médico Riad Yunes, com três mil
pacientes de câncer de mama do Hospital do Câncer de São Paulo, que acentuam as
afirmações do Doutor Koenig. Segundo o trabalho do médico cancerologista, 20%
das mulheres preferiram fazer somente o tratamento espiritual em casa, antes de
se submeterem à cirurgia, sem tomar os medicamentos indicados pelos médicos;
quando voltaram ao hospital três ou quatro meses depois, os tumores tinham
dobrado de tamanho.
A medicina será melhor quando a
antiga se unir à nova. Enquanto isso aguardaremos essa sugestiva fusão sem
dispensar o mistério da fé como recurso e como ferramenta poderosa no
tratamento da saúde. Enquanto o homem não atinge o limiar da compreensão
ensinada pelo Espírito de João Nunes Maia e Loester, ele deve fazer um “todo”
visando à qualidade do homem, sem o preconceito, sem o fanatismo de alguns, sem
as contradições hipócritas que normalmente servem de propósitos separatistas
entre religião e ciência e a relutante recusa da ciência médica pelas plantas e
pelas benzedeiras, cujas ferramentas serão incluídas cientificamente no
processo da cura de um futuro breve- é nossa obrigação como indivíduo propor
essa inclusão natural.
O
médico atual quase sempre dispensa a intuição e usa os recursos instrumentais e
laboratoriais para diagnosticar essa ou aquela enfermidade. Isso não é bom,
pois, nesse caso, o profissional estará perdendo a sua melhor característica
que é a intuição. Um famoso e competente terapeuta naturalista, o já famoso
Jayme Brunning, em seus livros e em suas entrevistas na TV, ressalta a
importância de diagnosticar no paciente as possíveis infecções por vermes,
vírus, bactéria, fungos e outros bichinhos, como fator determinante para
desenvolver a cura. Ele diz que sem essas informações precisas não há como
tratar corretamente o paciente e que esses intrusos são agentes responsáveis
por suas menores e maiores enfermidades, onde se inclui o câncer. Diz também
que a imprecisão dos laboratórios patológicos não atende às indagações das
quais o médico necessita. Nesse caso, a intuição do médico é indispensável.
O
escritor, empresário e advogado mineiro Doutor Miguel Augusto Gonçalves de
Souza comenta em seu livro, que se trata de um discurso de posse na Academia
Mineira de Letras, sobre um trecho de sua vida na infância e fala-nos de sua
convivência no dia-a-dia com o seu pai, que era médico, e se chamava Doutor
Dario Gonçalves de Souza. Explica o Doutor Miguel o esforço físico e hercúleo
utilizado por seu pai para atender aos pacientes que moravam nas distantes
zonas rurais do então extenso município de Itaúna, em Minas Gerais, bem como as
enormes dificuldades para se locomover até aquelas distantes paragens no lombo
do burro ou de algum outro animal de montagem. Para atender a um paciente
andava mais de 30 ou 40 quilômetros. Algumas destas zonas rurais citadas hoje
já são municípios, tais como Carmo do Cajuru e o antigo distrito de Conquista
(atual município de Itaguara) onde morou o também médico, escritor e autor de
Sagarana, Guimarães Rosa. Este foi companheiro de jornada de outro ilustre
médico itaunense, Doutor Antônio Augusto de Lima Coutinho, que era comumente chamado
de Doutor Coutinho. Doutor Dario e outros tantos profissionais da época,
pioneiros, exerciam a difícil atividade médica tendo como ferramentas apenas a
experiência e a intuição, pois ainda naquele tempo já era fato comum a mesma
indiferença dos políticos para com as difíceis questões sociais. Quando tinham
de diagnosticar a olho nu a malária, o tifo e doenças endêmicas, só contavam
com a intuição e com a experiência. A
pior de todas as doenças para a época era a lepra. A ausência dos atributos da
experiência e da intuição daquele médico do passado condenava o paciente à
morte antecipada.
Exaltar aqui a evolução da ciência
médica, suas qualidades atuais e os avanços no campo instrumental e
laboratorial, além de enumerar o indispensável continente de profissionais
médicos com vasta capacitação, bem como exaltar a medicina nuclear e a
preventiva é “chover no molhado”. Contudo, hoje é raro o médico que ao
consultar seu paciente dispense um ou outro exame laboratorial, desprezando
aquilo que o profissional possui de mais sagrado que é a experiência do
diagnóstico pelo visual. É exatamente nesse item que esse agente da saúde perde
a sua melhor característica, sua maior qualidade e capacidade, que é a de
diagnosticar utilizando os sinais vitais do paciente pelos olhos clínicos. O
terapeuta Jaime Bruning, conceituado profissional do interior paulista, em um
programa de TV, onde, por algumas vezes, emitiu explicações no campo da saúde,
explicou que os vírus, vermes, fungos e outros intrusos, em mais de 70% dos
casos não são detectados por meios dos exames laboratoriais e que, nesse caso,
a experiência do profissional é que irá determinar se há ou não a contaminação
do paciente, já que esses pequeninos são responsáveis pelas mais variadas
enfermidades que possam existir atualmente na vida do homem. Ainda que eu não
possua conhecimento científico e nem mesmo me encontre autorizado e capacitado
para opinar sobre esse vasto campo, intuitivamente faço das palavras de Jaime
Brunnig as minhas palavras.
Seguindo
em frente, tenho a dizer que a medicina, no atual momento, cuida muito bem do
preventivo. Contudo, quanto ao curativo, ela não possui a mesma eficiência. Os
próprios medicamentos, por vezes, complicam a saúde do paciente. O Doutor
Alfons Balbach, no livro A Flora Nacional na Medicina Doméstica, dedica mais de
08 páginas mostrando-nos, por exemplo, os incontáveis inconvenientes pelo uso
de alguns antibióticos em pacientes.
Visando a humanização da medicina,
a ciência médica teria que se abrir sem preconceitos para o poder da fé e da
oração e anexar ao currículo das faculdades os estudos sobre as plantas que
tratam e que curam, muitas vezes, sem o ônus de caros medicamentos. Sou curioso
e novato no campo das pesquisas que estudam as plantas. É um campo extenso e
complexo porque não existe por parte da ciência médica nenhuma experiência
científica, nenhuma força e nem mesmo a aceitação, a compreensão ou o
reconhecimento desse campo natural. Por exemplo, a icterícia é uma enfermidade
que ocorre quase sempre com o recém nascido; é uma coloração amarela anormal da
pele da criança, cuja urina recebe também um tom amarelado, causado pela
infiltração e mistura de bílis no sangue ou nos tecidos dos órgãos. A cura
total desse mal evitará complicações futuras para aquele bebê, porém a cura em
100% se dará com a utilização do banho do bebê pelo popularmente conhecido chá
de picão, cientificamente conhecido por “Bilden Pilosa”. Essa planta ajuda a
tratar também a hepatite, é desobstruente do fígado, vermífugo e possui outras
qualidades. A sálvia (SALVIA OFFICINALIS) é uma planta cultivada nos quintais
por suas propriedades medicinais e pelo seu uso culinário; nela é encontrado
fósforo em quantidade considerável. Nas pesquisas, descobrimos que a sálvia
pode tratar uma imensidade de males; pelos livros de plantas que tratam,
verificaremos suas variadas propriedades curativas. Estando eu recentemente com
os níveis de colesterol e glicose alterados e aumentados, pude reverter o
quadro tomando a sálvia e, por novo exame realizado, detectar a normalização em
níveis desejáveis. As sementes da abóbora poderão ser utilizadas em uma receita
para tratamento de alguns tipos de vermes. Deve-se colher as sementes e
expô-las sob a claridade para secagem; estando relativamente secas, leve-as ao
forno leve para garantir a secagem completa, não permitindo que elas se torrem.
Depois, leve-as ao liquidificador com igual quantidade de farinha de mandioca
para a moagem e adicione, se quiser, uma pitada de açúcar, pois o sabor se
assemelhará às deliciosas e tradicionais paçocas de amendoim. Caso queira, você
poderá substituir a pitada de açúcar por sal para ser utilizado sobre o feijão.
Use uma colher de sopa pela manhã e, em especial, em jejum, mas você pode
também usar da forma que lhe convier. Uma dica aos pais: para uma xícara média
de semente de abóbora, use uma xícara média de farinha de mandioca podendo,
também, adicionar uma colher de sopa de amendoim torrado, pois isso irá
melhorar ainda mais o sabor do vermífugo. Fiz uso da dica, mas o problema é que
a minha família comeu a receita toda de uma só vez. É claro que não há nenhuma
contra-indicação colateral, uma vez que a semente de abóbora é energética e
possui outras qualidades nutritivas e curativas.
O
sabão preto, sem a utilização da soda cáustica, é um produto bastante conhecido
e muito aceito no meio rural sendo substituído pelo sabão comum para lavar
roupas, para tomar banho e para as limpezas gerais. Muitos indivíduos, pelo uso
diário desse sabão, mantêm os seus cabelos cheios, uniformes e sem os
tradicionais fios brancos, oriundos das avantajadas primaveras. O sabão combate
ainda a caspa, a seborreia e o piolho.
Nenhum comentário:
Postar um comentário