A depressão não é
frescura - é uma enfermidade real a ser considerada. Ela não escolhe vitima,
sexo, idade ou classe social. Estima-se que 15% da população mundial, em grau
maior ou menor, sofram desse mal terrível. Os casos mais graves costumam levar
os doentes (aqueles indivíduos predispostos) ao suicídio - um ato
desnecessário, vil, impensado e desumano - um retrocesso na escalada espiritual
do indivíduo porque, com o ato do desatino, só tem fim o corpo da carne, sendo
que o espírito continuará vivo e, desta vez, o sofrimento, pelo infeliz ato, se
multiplicará. Coragem, irmão! No Evangelho Segundo o Espiritismo encontraremos
a seguinte mensagem: “Ficai satisfeito quando Deus vos enviar à luta. Essa luta
não é o fogo dos campos de batalha, mas as amarguras da vida onde é preciso, algumas
vezes, mais coragem do que em um campo de combate sangrento, pois aqueles que
ficam firmes diante do inimigo, dobram sob o constrangimento de uma pena
moral”.
Existe um famoso
psicólogo brasileiro, que não detenho o nome, que manda espalhar a seguinte
notícia: “O suicida não deseja matar seu próprio corpo, mas terminar com o seu
sofrimento”.
Os amigos do plano
astral, pelas obras, enviam-nos outra mensagem: “Imitai aquele que foi dado
como exemplo. Chegado ao último degrau da objeção e da miséria, estendido sobre
o lixo, disse a Deus: ‘Senhor, conheci todas as alegrias da opulência e me
reduziste à miséria mais profunda. Obrigado, obrigado meu Deus pela
oportunidade!’”.
A DEPRESSÃO, esse mal
terrível um dia atacou-me severamente. Com o sofrimento, aprendi, a princípio,
a tratar os males da doença e com o passar do tempo, a curar-me do mal.
Outra mensagem do
Evangelho Segundo o Espiritismo, diz assim: “Felizes aqueles que sofrem e que
choram! Que suas almas se alegrem por que serão abençoadas por Deus”- Santo
Agostinho, Paris, ano de 1863.
Assim como muitas
enfermidades, na depressão não existe uma lista pronta de consensos quanto às
causas da doença.
A primeira
providência a ser tomada é o exercício da prece, que é o sustentáculo para a
alma, apoiada sob uma fé inabalável em Deus e em suas inalteráveis Leis. Esse
ato fará com que o paciente deixe a zona onde se encontra a doença para a busca
da dimensão onde se acha a saúde, a alegria e a felicidade. Fique atento: não
importa a igreja que você frequenta; se ela não lhe proporciona o apoio moral e
espiritual que você busca, “caia fora”, sem culpa. Não se prenda a nenhuma
igreja que não lhe preencha os verdadeiros anseios espirituais. Não siga uma
religião porque os seus antepassados seguiram e se deram bem. Mas se é de seu
desejo, frequente uma igreja porque ela poderá ser o seu sustentáculo. Não acredite
em milagres anunciados pelos religiosos – mas, sim na força interior, nas
providências inseridas nas Leis Naturais, onde a fé, a oração e o jejum são
elementos indispensáveis na vida do cristão.
Se você ainda não se
curou, a conduta é o que conta. Essa consciência e essa compreensão, em tempo
hábil, evitarão complicações porque há males (doenças) das quais o homem é a
causa primeira nesta vida.
O primeiro e mais
importante passo a se tomar em busca da cura consiste em manter a alimentação
com frutas e verduras (se cruas, melhor), tomar bastante chá de erva cidreira e
chá de camomila, fazer exercícios físicos e dar preferência às caminhadas em
lugares seguros. Não deixe de tomar os medicamentos regulares (alopáticos) para
sair da fase mais aguda, mas não os tome por longa data. A indicação correta
dos medicamentos é preponderante para a rápida melhora. Numa página da
Internet, que fala de depressão, uma pessoa identificada como Doutora Silvia
diz o seguinte sobre o tema: “o entendimento de como a depressão se instala no
organismo é um mistério, pois se trata de uma doença que está no limiar entre o
corpo físico e o mental”. Ora, se a mente estiver enferma, o fisiológico também
estará e vice versa. Assim, para a saúde completa, físico e psicológico são
partes inseparáveis do SER- são elos indissolúveis quando a questão é saúde.
Acontece que o ser
humano se sujeita aos traumas psicológicos desde o momento de sua fecundação
que podem se acumular aos traumas naturais durante a vida física inteira,
promovendo doenças conhecidas como psíquicas (doenças da alma), cujo trauma
pode ser a origem de uma depressão permanente.
A matéria abaixo é
interessante também para os futuros pais e para as mães gestantes que carregam
ainda o filho no útero.
A psicóloga e
escritora Renate Jost de Moraes, em seu livro “As Chaves do Inconsciente”, diz
assim sobre o relacionamento da criança no útero da mãe: “Um assunto que
acreditamos merecer destaque em nosso trabalho é o que se refere à experiência
com criança de útero materno. Verificou-se pela regressão que a criança nesse
período já existe ‘individualmente’, sente e percebe o que acontece aos pais.
Alegra-se ou sofre física e emocionalmente, desde a concepção”. A psicóloga
informa também que nessa fase a percepção da criança se faz pelo inconsciente,
levando-se em conta que o SER humano, depois de nascer até a morte física, se
achará todos os dias da vida, em nível de CONSCIENTE. O inconsciente é o
próprio espírito quando se acha emancipado ou independente. Por isso, o feto,
logo após a fecundação, ainda sem os órgãos prontos, escuta, sente, enxerga, lê
pensamentos e parece exercer todos os sentidos; é o espírito ‘emancipado’ em
ação.
Para saber sobre
todas essas informações da criança no útero materno, a doutora Renate utiliza
uma técnica revolucionária (criação dela) que se chama “Abordagem Direta do
Inconsciente”, que visa fazer a regressão até a idade da concepção com o
paciente conscientemente acordado.
Para ilustrar o
leitor, apresentarei algumas abordagens da psicóloga onde verificaremos a
sensibilidade humana frente aos acontecimentos a que se sujeitam as pessoas
desde os primeiros dias da concepção. Para reflexão, demonstro abaixo a lucidez
do SER para com os acontecimentos já no início da vida.
... eu existo sim! eu
sei que sou eu...
... há um corpo
pequeno que vem de meus pais, mas também uma luz que não é de meus pais, é
minha...
... eu não era nada,
mas agora existo...
... O meu corpo está
se formando... e eu estou com vida dentro daquilo que veio de mamãe e papai...
Um relato traumático:
... Papai está bravo e nervoso! Está agredindo a mamãe!... disse que nada deu
certo, que não vai ter condições de criar mais filhos e que não quer saber de
mim!... por isso estou dando um jeito em meu corpo!... vou passar a cabeça
entre o cordão umbilical para que aperte meu pescocinho... eu não posso
existir!... eles não me querem mais! (Paciente chora)...
Devo informar que os
relatos como os de cima são muitos; contudo, para desenvolver meu raciocínio
com maior clareza é importante apenas salientar que essas abordagens no período
da gestação são praticadas, como disse acima, sobre o inconsciente e não sobre
o consciente (mental) como acreditava a ciência da psicanálise. Nessas
abordagens notamos que os demais sentidos do feto não se operam pelos órgãos
físicos porque não se acham prontos e demonstram claramente a preexistência do
espírito preponderando com toda sua lucidez sobre o corpo inacabado. É a prova
da existência do espírito para aqueles que só acreditam na matéria.
Para dar sequência e
sentido ao meu ponto de vista, identificar e ilustrar a sensibilidade a que se
sujeita o ser humano frente às questões da vida e para dar seguimento à matéria
de depressão, relevo que Renate Jost de Moraes, psicóloga, escreveu seu livro
nos anos 80. Só recentemente pude lê-lo e identificar-me
profundamente com suas propostas científicas. Ela informa em seu livro que,
para se ver livre dos traumas, o paciente terá que fazer a substituição dos
registros negativos que se acham arquivados no inconsciente por registros
positivos, através do sistema de “Abordagem Direta do Inconsciente”, por via da
Terapia de Integração Pessoal- meio revolucionário criado por ela. Segundo ela,
esse método é mais rápido e mais eficiente. Pelo que verificamos, ficar livre
dos traumas é se libertar das doenças psíquicas.
Não sei por onde anda
essa psicóloga ou se sua descoberta teve o acolhimento merecido no meio
cientifico ou não. Só sei que seu método possui dia certo para iniciar o
tratamento e data prévia para terminar, diferentemente do padrão existente onde
as sessões de terapias são intermináveis e insolúveis na maioria das vezes, não
nos esquecendo do custo do tratamento que nem sempre é acessível, sem
desconsiderar a indisponibilidade de tempo do paciente.
Pensar positivo é uma
dica. Expressou Isaías: “A minha palavra não me voltará vazia, mas efetuará o
que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei”.
Porém, o nosso Eu
Sou, o Superconsciente, ou o Cristo Interno (que é o nosso próprio
inconsciente) é onde se encontra nosso sexto sentido, ou nossa própria alma,
que, quando ‘livre’, emancipada do corpo físico, é despertada em nossa
consciência. É uma arma poderosa com a qual poderemos solucionar muitas
dificuldades inimagináveis em nossa vida. Essa entidade ou instituição é muito
íntima; podemos dizer que é o nosso próprio deus. Do livro “Alegria e Triunfo”,
de Lourenço Prado, ele diz assim: “Transferirdes o vosso fardo ao
Superconsciente, ou ao Cristo Interno, é entregardes os vossos problemas ao
Superconsciente para que ele resolva e depois vos apresente a solução que
deveis executar”.
O mal de ALZHEIMER, ‘mente sã – corpore
sã’.
Considerando
a informação da Doutora Renate, que, enquanto a criança está sendo gerada no
útero manifesta o nível do inconsciente e não do consciente. Se assim é, a
criança com os órgãos incompletos, os sentidos de escutar, enxergar e sentir,
são atributos do espírito que, no caso, possui um pé lá outro cá, ou seja:
convive no mundo astral e no mundo físico simultaneamente, cujo estado
inconsciente vamos chamar de ‘janela’. Após o nascimento da criança e com os
órgãos ainda em formação, essa janela se mantém aberta até aos 4 ou 5 anos de
idade, período em que a criança, aleatoriamente, afirma estar vendo ou
brincando com alguma criança, cuja revelação tem sido objeto de preocupação
constante aos pais, cuja preocupação é desperdício de tempo, porquanto o
relatado fenômeno é parte integrante da natureza e nenhum medicamento alopata
irá coibir a criança de manifestar a convivência com os amiguinhos do plano
‘astral’.
A criança vai se
desenvolvendo e a referida janela vai se fechando na medida em que as portas do
consciente vão se abrindo e depois tudo se normaliza.
Com o cidadão na
idade mais avançada e com a natural diminuição da massa cefálica, o processo
vai se invertendo, ou seja, as portas do consciente vão se fechando na medida
em que as janelas do inconsciente se abrem, por isso é comum o idoso manifestar
a presença de pessoas desencarnadas, tais como pais, irmãos, amigos e parentes.
Segundo a ciência médica, esses sinais são indícios do mal de ALZHEIMER.
Independente da idade,
um indivíduo, por efeito de uma causa natural inexplicável, poderá, tal como a
criancinha ou o idoso, manifestar essa janelinha e se mostrar desiquilibrado
com quadros sintomáticos de delírios e paranoias, cuja janela poderá ser
fechada com trabalhos mediúnicos ou espirituais em algum Centro Espírita, cuja
entidade poderá ser encontrada ao longo dos grandes centros urbanos desse
imenso país, felizmente!
Para encerrar o
presente capítulo, devo pedir permissão a uma amiga do plano astral, onde ela
se achar, já que se extraviou o nome da autora desse pequeno trecho intitulado
depressão: “Depressão: a sua sombra densa altera o contorno dos fatos e das
coisas, apresentando fantasmas onde existe vida e desencanto onde está a esperança”.
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