Em
recente estudo realizado por mais de sessenta cientistas ligados a ONU,
constatou-se o aumento da temperatura em 2 graus. Em face do aquecimento
verificou-se, a olho nu, o acelerado degelo da Groenlândia. Em trinta anos o
continuado degelo poderá elevar as águas dos oceanos em algum lugar do planeta
em até sete metros de altura. Se assim acontecer, logicamente alguns paises
irão sumir do mapa. O que não compreendo é porque paleontólogos e outros tantos
pesquisadores estudam plantas e animais pré-históricos de milhões de anos com
precisão admirável e não aprofundam com o mesmo afinco estudos que tratam do
dilúvio universal ocorrido há 12 mil anos e nem mesmo do dilúvio asiático que
veio posteriormente.
Para se falar dos dilúvios há de se
falar de religião. Talvez esteja aí esse cuidado e precaver dos cientistas.
Utilizando-me de dons da intuição, das suposições e por via de algumas obras
inspiradoras (armas utilitárias) vou abrindo horizontes e ocupando espaços onde
pouco se trabalhou para trazer possibilidades à tona com informações do período
diluviano. Por exemplo, a ciência confirma a existência de quatro eras glaciais
na história do planeta, mas nem sempre consegue explicar a razão destas
geleiras. Deixemos a cargo da ciência o que é dela; contudo, estudiosos apontam
que a última grande geleira ocorrida teve o seu fim há 12 mil anos.
Vamos ao que nos interessa. Dois renomados
cientistas, o professor Italiano César Emiliano da Universidade de Chicago e o
físico sérvio de nome M. Mizancovith, em épocas diferentes, apresentaram uma
mesma hipótese: a de que o degelo tenha ocorrido em face de um impacto violento
e fulminante contra o nosso planeta. Esse impacto teria sido provocado por um
meteoro, alterando assim, a órbita e a inclinação do eixo da rotação da terra
recebendo, por isso, a luz solar adversa, o que teria aumentado a temperatura
em lugares onde era frio, promovendo o degelo da região.
Porém, há uma unanimidade: ninguém
nega que um dia houve o dilúvio universal e o dilúvio asiático, também
conhecido por dilúvio bíblico. Mas o que teria provocado esses dilúvios?
Falaremos inicialmente do dilúvio universal, ocorrido há doze mil anos
aproximadamente. Pelos inumeráveis vestígios encontrados nota-se que a terra
sofreu, nesse período, um choque causado por um enorme meteoro atraído por
influência da atração magnética, cujos estragos influíram, provavelmente, até
nas características da qualidade do meio ambiente do planeta terra. Com o
impacto alterou-se a órbita e a inclinação do eixo da Terra; essas variações
provocaram o degelo. Os vestígios de um impacto profundo deixam claro que não
são efeitos apenas de chuvas torrenciais, como afirmam alguns estudiosos, mas
que algo muito mais forte aconteceu em face dos estragos fenomenais. Ocorreram
mudanças geográficas significativas, enormes. Pelo fenômeno, teria ocorrido o
afundamento de parte do Continente Atlante, que teria submergido nas águas do
Oceano Atlântico, onde ainda hoje se encontram vestígios.
Em manuscritos de diversas raças e
de diversas civilizações há noticias desses dilúvios. Existe um manuscrito
conhecido pelo nome de “troiano”, que se mistura com as tradições maias,
trazendo-nos uma só versão. Pelas tradições dessas antigas civilizações
conta-se que primeiro afundou a grande Atlântida por conta do dilúvio
universal, ocorrido há 12 mil anos. O Continente antigo é descrito e
corroborado pelo documento “troiano” descoberto em escavações arqueológicas na
região dos Toltecas, ao sul do México, e que se acha no Britisch Museu de
Londres. O falecido brasileiro e espírita Edgard Armond, em seu Livro Os
Exilados da Capela, aponta-nos algumas informações constantes do manuscrito.
Ele diz: “No ano 6 de Kan, em 11 Muluc, no mês de Zac, terríveis tremores de
terra se produziram e continuaram sem interrupção até 13 de Chuem. A região das
Colinas de Argilas, o país de Mu, foi sacrificado. Depois de sacudida por duas
vezes, desapareceu subitamente durante a noite. O solo, continuamente
influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares, até que
cedeu. As regiões foram, então, separadas umas das outras e, depois, dispersas.
Não tendo podido resistir às suas terríveis convulsões, elas afundaram,
arrastando sessenta e quatro milhões de habitantes”. Isto se passou 8.060 anos
antes da composição desse manuscrito.
Se verificarmos a
possibilidade de o manuscrito acima contar com mais de 3.000 anos, período da
civilização troiana, aproximaremos os próprios dados do período do degelo e do
próprio dilúvio, fenômenos ocorridos há 12 mil anos- período esse confirmado
pela ciência.
O dilúvio asiático, conhecido
como dilúvio bíblico, teria ocorrido há 6.300 anos aproximadamente e, por se
tratar de um dilúvio periférico, teria provocado acentuadas modificações
geológicas na Ásia mais do que em outros lugares. Edgar Armond, em seu livro,
nos informa que pelos acontecimentos descritos no documento “Troiano”
conclui-se que, primeiramente, afundou-se a grande Atlântida por meio do
dilúvio universal; depois ocorreu o último dilúvio, que é também conhecido por
dilúvio asiático ou dilúvio bíblico, submergindo-se de vez o restante daquele
solo, levando junto os sobreviventes Atlantes. Para corroborar nesse sentido
estão os achados dos homens de Lagoa Santa – MG e os de Itambacuri, que se
situa às margens do Rio São Francisco. Afirmam arqueólogos franceses,
dinamarqueses e brasileiros que esses achados se assemelham também aos homens
encontrados na Bahia e na Colômbia, cujos fósseis se aparentam aos ancestrais
da população australiana. Esses cientistas afirmam também que esses fósseis
encontrados possuem cerca de 12 mil anos. Pelos vestígios, antes do dilúvio
universal havia ligação por terra do ocidente até o continente australiano.
Essa ligação se desfez com o afundamento parcial do continente Atlantes pelo
dilúvio já referido. O dilúvio asiático promoveu o definitivo afundamento que
consumiu as derradeiras terras do Continente Atlantes.
Quanto ao dilúvio
asiático, um dilúvio periférico conforme o próprio nome diz, acentuadas
modificações geológicas ocorreram na Ásia e em especial na região do Tibet, que
faz fronteira com a China. T. Lobsanga Rampa, o monge do Tibet, natural daquela
região, em seu livro A 3ª Visão, nos informa que em algumas montanhas que
circundam o Himalaia, com leves escavações são encontrados variados fósseis
marinhos quase à flor da superfície. Kardec, na Gênese, conta-nos ainda que, um
dia, aquela região era banhada por um mar que ia do mar Negro até o Oceano
Boreal. Os vestígios são inumeráveis por boa parte daquela região
asiática.
Como
eu disse, dos habitantes remanescentes da Grande Atlântida restou uma ilha que
há 6.300 anos também teria sido extinta pelo que nós tratamos como o dilúvio
asiático. No rodapé do livro de Armond está a informação de que a região era
formada por uma ilha que possuía dimensões continentais calculadas por
cientistas europeus; essas dimensões compreendiam em 3.000 km x 1.800 km,
perfazendo-se cinco milhões e quatrocentos mil km², um pouco mais da metade do
território brasileiro.
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