O
exílio de espíritos endurecidos é um rodízio sistemático e permanente entre
planetas. Opera-se assim: uma sociedade conquistou um grau mais elevado na
escala da evolução, porém, parte dela é relutante a um processo de melhoramento
e passa a acarretar perturbações nas classes melhoradas espiritualmente. A
natureza, cumprindo a determinação dos desígnios de Deus, se faz cumprir.
Jesus, acompanhado de todos os anjos, sentar-se-á no trono de sua glória e,
reunidas à sua frente todas as nações, separará uns dos outros, como um pastor
separa dos bodes as ovelhas, e colocará à sua direita as ovelhas e à sua
esquerda os bodes. Esse fato aconteceu com os gigantes que foram expatriados de
Capra, ou de Capela, conforme comento em capítulo seguinte.
Tudo
isso poderá ocorrer novamente, cujo expurgo se incluirão os capelinos
renitentes, bem como os terráqueos “endurecidos” que serão também remetidos a
um planeta que se aproxima, cujo astro é 3.200 vezes maior que o planeta Terra.
Veja
bem o que a Gênese, por Kardec, nos informa acerca desse breve e enorme
fenômeno que está para acontecer: “Tendo que reinar na Terra o bem, é
necessário que sejam excluídos os Espíritos endurecidos no mal e que possam
acarretar perturbações. Deus permitiu que eles aí permanecessem o tempo que
precisassem para melhorar a si mesmos. Esses indivíduos agarrados ao mal serão
exilados para mundos inferiores como os povos da raça adâmica o foram outrora
para a Terra, vindo a substituí-los espíritos melhores”. Essa separação a que
Jesus presidirá se acha figurada por estas palavras sobre o Juízo Final: “Os
bons passarão à minha direita e os maus à minha esquerda”.
No livro Os Exilados de Capela, por
Edgard Armond, há uma psicografia editada em 1951, cuja peça antecipa com
precisão todos esses recentes fenômenos, tais como o aquecimento do planeta, o
degelo dos pólos e todos esses últimos catastróficos fenômenos da natureza.
Veja alguns trechos: “Ouçamos agora uma voz profética do espaço em mensagens
mediúnicas: ‘Como auxiliares dos Senhores dos Mundos, existem legiões de
espíritos eminentemente sábios e altamente poderosos que planejam o
funcionamento dos sistemas siderais com milhões de anos de antecedência; outros
que planejam as formas de coisas e seres, e outros, ainda, que fiscalizam esse
funcionamento fazendo com que as leis se cumpram inexoravelmente. Há um
esmerado detalhamento, tanto no trabalho da criação como no do funcionamento
dos sistemas e dos orbes; enquanto a ciência terrestre se ocupa unicamente com
fatos referentes aos limitados horizontes que lhe são marcados, a ciência do
espaço opera na base de galáxias, de sistemas e de orbes, em conjunto,
abrangendo vastos e incomensuráveis horizontes no tempo e no espaço. Os
períodos de expurgos estão também previstos nesse planejamento imenso; quando
os orbes se aproximam desses períodos entram em uma fase de transição durante a
qual aumenta enormemente a intensidade física e emocional da vida dos espíritos
encarnados ali, quase sempre de baixo teor vibratório (vibração essa que se projeta
maleficamente na áurea própria do orbe e nos planos espirituais que lhes são
adjacentes). Dessa forma, produz-se uma onda de magnetismo deletério que exige
um processo quase sempre violento e drástico de purificação geral. Estamos
agora em pleno regime de um destes períodos. O expurgo que se aproxima será
feito, em grande parte, com auxilio de um astro 3.200 vezes maior que a Terra,
e se movimenta rapidamente há alguns séculos; sua influência já começou a se
exercer sobre a Terra de forma decisiva, quando o calendário marcou o início do
segundo período deste século’”. O
período mencionado é o ano de 1951.
Ele continua: “Essa influência irá
aumentando progressivamente até 1992 e começará a decrescer até 1999, ano este
que será, para todos os efeitos, o momento crucial desta dolorosa transição.
Como sua órbita é obliqua em relação ao eixo da Terra, quando se aproximar
mais, pela força magnética de sua capacidade de atração de massas, promoverá a
verticalização do eixo com todas as terríveis consequências que este fenômeno
produzirá. Por outro lado, quando se aproximar, também sugará da aura terrestre
todas as almas que afinem com ele no mesmo teor vibratório de baixa tensão;
ninguém resistirá à tremenda força de sua vitalidade magnética. Da Crosta, do
Umbral e das trevas, nenhum espírito se salvará dessa enorme atração e será
arrastado para o bojo incomensurável do passageiro descomunal. Com a
verticalização do eixo da Terra, profundas mudanças ocorrerão: maremotos,
terremotos, afundamento de terras e elevação de outras, erupções vulcânicas,
degelos e inundações de vastos territórios planetários, profundas alterações
atmosféricas e climáticas, fogo e cinzas, terror e morte por toda a parte.
Milhares de condenados já estão sentindo na Crosta e nos espaços a atração
terrível, o fascínio desse abismo que se aproxima e suas almas já se tornam
inquietas e aflitas; por toda parte do mundo a paz, a serenidade, a confiança e
a segurança desaparecerão ou serão substituídas pela angústia, pelo terror, pelo
ódio e haverá dias, muito próximos, em que verdadeiro pânico tomará conta das
multidões e haverá, por exemplo, epidemias contagiantes e velozes”.
Diz
a mensagem que: “A partir de agora, a população do orbe tenderá a diminuir com
os cataclismos da natureza e com as destruições inconcebíveis provocadas pelos
próprios homens. No final do expurgo, somente terça parte da humanidade se
encontrará ainda encarnada; bilhões de almas aflitas e trementes sofrerão nos
espaços a atração do terrível agente Cósmico. Mas, passados os tormentosos
dias, os pólos se tornarão novamente habitáveis e a Terra se renovará em todos
os sentidos, reflorescendo a vida humana
em condições mais perfeitas e mais felizes; a humanidade que virá habitá-la
será formada de espíritos mais evoluídos, já filiada às hostes de Cristo,
parceiros em seara de amor e de luz, evangelizados, que já desenvolveram, em
apreciável grau, as formosas virtudes da alma que são atributos de Deus”.
Antes de terminar esse capítulo, é
bom lembrar que os maiores fenômenos ocorrem sem que percebamos. Muitas vezes,
isso ocorre porque esses fenômenos se encontram no plano astral, mas são de enorme
relevância no plano físico.
As
premonições acima são diariamente complementadas por metafísicos e também por
pessoas de dons apropriados.
As pulsações do
coração do planeta Terra:
Fazendo
complemento á psicografia de João, o Evangelista, veja abaixo alguns trechos de
uma reportagem publicada no Jornal PANORAMA, de Juiz de Fora, editado no dia
04/04/2004, de autoria de TANIA HELUEY. Mas, antes, farei algumas considerações
pessoais. Dizem que a voz do povo é a
voz de Deus. Temos a sensação de que o tempo corre aceleradamente. Essa
impressão é unânime entre os povos. Esse fenômeno começou a ser percebido há
alguns anos; diz o jornal que essa data foi constatada a partir de 1971.
Percebe-se que a cada dia os tempos voam mais. Essa mudança planetária é
provocada, segundo a explicação, a partir da ressonância SCHUMANN- descoberta
essa revelada pelo físico alemão W. O. SCHUMANN que, em 1952, descobriu que a
Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo
e a parte onde se acha a ionosfera, a cerca de 100 km de altitude. Porém, um
descompasso de pulsações influencia todos os seres vivos, onde se inclui, é
claro, a qualidade de vida do próprio homem. O cansaço físico, a depressão, a
ansiedade, as dores musculares e as na coluna, os vírus diversos, as epidemias
diversas (como a febre amarela e a dengue), a baixa imunidade, o aumento ou a
redução do peso, a sonolência de dia e a insônia à noite, são queixas diárias.
Na
natureza já se percebe os fenômenos arrasadores, tais como as TSUNAMIS, as
catástrofes ocorridas ao longo da Ásia (que matou de uma só vez mais de 300 mil
pessoas) e outras centenas de enchentes e terremotos por todo o mundo.
O descompasso referido acima possui uma
ressonância; daí chamar-se ressonância SCHUMANN. De acordo com estudos, essa
ressonância funciona como um marcapasso responsável pelo equilíbrio da
biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se que todos os
vertebrados, bem como o nosso cérebro, são dotados de uma mesma frequência, que
é de 7, 83 HERTZ. Explicações também foram encontradas nas palavras do teólogo
LEONARDO BOFF, quando ele diz que por milhares de anos as batidas do coração da
Terra tinham a frequência de 7,83 e que a partir dos anos 80 e de forma mais
acentuada a partir dos anos 90, a frequência passou de 7,83 para 11 até 13
HERTZ por segundo. Fala-se que as conhecidas 24 horas equivalem hoje a 16
horas, ou seja, perdemos um terço no tempo útil.
No
mesmo jornal onde encontramos as explicações de BOFF, encontraremos as
explicações da advogada que se diz católica, cujas mensagens, segundo ela, são
angélicas. Ela afirma que essa fase mais acelerada começou em 04/04/2004 e que
mudanças profundas nos aguardam... Mas, deixemos nas mãos da mãe natureza o que
é dela.
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