sábado, 27 de outubro de 2012

GIGANTES NA BÍBLIA: - cap. IX


A ciência e a tecnologia avançaram pelos estudos e pelas pesquisas. Religião e política perderam o “trem” da evolução. Eu pergunto - porque não arriscar na busca de conhecimentos sobre o acervo espiritualista?
 Ora, a bíblia não é propriedade de nenhuma igreja, facção, instituto ou repartição. A bíblia é patrimônio do mundo ocidental. Tal como a doutrina espírita, a bíblia haverá de ser estudada sem a ortodoxia dominante e não deve resistir às opiniões contrárias ou pesquisas científicas. Fatos maiores ou menores relatados na bíblia deverão receber do cristão a mesma importância para desenvolver e desvendar mistérios contidos em suas mensagens. O próprio Jesus, ao longo da bíblia, se preocupava com a possível desatualização das mensagens para o homem do futuro.
 Entrando no tema dos gigantes, quem era esse povo - essa família? De onde vieram esses SERES? Para onde foram? Qual a importância dessa civilização aqui no planeta Terra? Por que enfatizar a presença dos gigantes mencionados na bíblia?
             A bíblia possui o seu papel histórico e, se realmente existiram os gigantes, estes naturalmente deverão recompor o papel merecido àquela existência nesse compêndio que a humanidade reverencia e tem como maior patrimônio literário. A ausência desses gigantes nos anais bíblicos fatalmente empobreceria seu conteúdo textual.
            Seguindo adiante, conta-se, mas não há comprovação científica, que, provavelmente a Esfinge e as Pirâmides tenham sido feitas por esses gigantes. Outro fato: A Esfinge, segundo dizem, possui traços relevantes de que um dia, em um passado distante, tenha sofrido chuvas torrenciais tropicais indicando para aquela região - uma região de características tropicais, sugerindo, inicialmente, que um dia o planeta Terra tenha sofrido um abalo de proporções tão gigantescas a ponto de promover mudanças climáticas radicais no planeta inteiro. Essa catástrofe fenomenal teria sido o efeito do grande dilúvio universal há doze mil anos.
            Conta-se, ainda, que, a presença dos gigantes no meio dos terráqueos veio contribuir para o desenvolvimento da humanidade, ou seja, vieram acordar os primitivos terráqueos para o desenvolvimento no entendimento cultural, espiritual, intelectual e tecnológico. Tanto é verdade é que o homem de 50 mil anos atrás e mesmo o homem que havia há 20 mil anos não deixou nenhum sinal de sua existência, tendo em vista a sua inocência intelectual por se tratar de um homem rude e primitivo. Como não existe o milagre e o homem irá conviver somente com o que inventou, para a ciência esse avanço repentino em pequeno intervalo é um mistério.   De repente, como por um salto de mágica, vieram as pirâmides, as estruturas, a esfinge, os desenhos de Nazca no Peru, o conhecimento, o desenvolvimento da ciência e da cultura, a expansão de outras sociedades, tendo o Egito e a Grécia como destaque e que representavam o berço do conhecimento, da cultura, incrementada pelos decantados filósofos gregos. Como disse acima, esse salto surpreendente só pode ser explicado por um agente extraterreno.

            Mas, de onde vieram e quem são os gigantes? A constelação de Cocheiro é formada por um grupo de estrelas; entre essas estrelas se inclui uma que recebe, pelos terráqueos, o nome de Capra ou Capela, cuja constelação se encontra a 45 anos luz distante da Terra. Esse tema é conhecido por obras espíritas e pelos metafísicos e relata exatamente o que teria ocorrido outrora naquelas paragens. Conta-se que um dia, um número considerável de habitantes do planeta Capela, em face de graves delitos de alguns predestinados para o mal, foram expulsos de lá, gradualmente, (provavelmente pelo processo do desenlace do corpo físico, é lógico), partiriam, em “espírito”, daquele planeta para renascerem (reencarnarem) na Terra com o fim duplo de educar os primitivos terráqueos e, assim, simultaneamente, em ambiente hostil, selvagem e cheio de pragas e doenças, expurgariam seus próprios pecados ou delitos.
            A não ser na bíblia, poucas obras mencionam a existência desses gigantes.  Porém, Lubsang Rampa, o monge do Tibet, sutilmente afirma que um dia foi um desses gigantes. No planeta Terra esses gigantes seriam os habitantes da região Atlântida e seriam, portanto, os próprios ATLANTES.
            Esses mesmos gigantes foram banidos como espíritos, foram expatriados e encaminhados para a Terra, onde seria sua nova morada, com fins específicos de correções. Para que ocorresse esse êxodo, essa mudança, é lógico, houve planejamento do Alto, visando à transferência e, consequentemente, a preparação da vinda do novo hóspede para se adaptar aos padrões naturais da Terra e adequar-se à nova mãe biológica, primitiva e originalmente terráquea.
            Negar a presença extraterrena em nosso planeta é negar, por exemplo, as figuras enigmáticas de variados animais em Nazca – no Peru, cuja reprodução no solo ao longo de Nazca, só foi possível sob a orientação de alguma aeronave – objeto até então descartado e desconhecido pela família terrena. Como havia dito, trazer a matéria dos gigantes para meu livro objetiva provocar nossos horizontes literários para um caminho sem fronteiras, visando à elasticidade intuitiva. Ao longo do meu livro tento manifestar a amplitude das Leis Naturais e defender que nada acontece sem essa obediência e o nosso planeta na função de escola de alfabetização espiritual, obedece a um plano do Alto e não dispensa das aulas, os alunos em constante preparação.
Eu não encerraria o presente capítulo sem antes fazer a seguinte recomendação: O poder dos gigantes sobre determinada tribo - tema referido na bíblia e conhecido como ‘Torre de Babel’, residia na força psíquica da clarividência e da telepatia, dons privativos ou exclusivos que residiam muito mais na qualidade do perispírito do que propriamente na qualidade do corpo fisiológico dos gigantes. Eram com esses dons psíquicos é que eles dominavam e submetiam os primitivos terráqueos, sobre uma estrutura injusta, exploradora e opressora. O castigo imposto por JAVÈ sobre a ‘Torre de Babel’, consistia em eliminar o corpo físico dos gigantes rebeldes, talvez pelo fenômeno do dilúvio universal, ocorrido há 12 mil anos ou por algum outro fenômeno de grandes proporções. Percebe-se, entretanto que, a Torre de Babel foi um fenômeno reparador ao estilo de um dilúvio. Quem se dispor a procurar mais vestígios na bíblia sobre esses gigantes - eles são confundidos na bíblia como sendo os próprios deuses e outras ocasiões como adoradores dos deuses. - As igrejas e os fiéis os denominam e os conhecem ‘também’ como ‘Adão e Eva’. 
Pois bem: Após o evento fatal eles reencarnariam sem os referidos dons e seus corpos fisiológicos já se desenvolveriam com estrutura física - tamanho ‘padrão’. Sabe-se que alguns, pelo merecimento espiritual, regressaram ao planeta de origem, ou seja: reencarnaram no planeta Capela; Os mais endurecidos ‘espiritualmente’ permaneceriam aqui para continuadas existências físicas, enfrentando a vida, sentados nos bancos de escolas, tal como nós, os terráqueos, frequentamos diariamente.
Por falar em perispírito, em capítulo exclusivo (mais adiante), relato detalhadamente as funções do persipírito no corpo físico das pessoas, onde proponho que os defeitos ou as qualidades anatômicas e fisiológicas que acompanham os indivíduos desde o nascimento, possuem origem anterior ao período da fecundação, dispensando laborioso trabalho dos ‘Engenheiros Genéticos do plano astral’, na elaboração de um cronograma do candidato ao reencarne, com antecedência de 5, 10 ou 15 anos, dependendo, é lógico, da vida pregressa do futuro reencarnante. Seguindo em frente, Lubsang Rampa, o monge do Tibet, pelas suas obras, anuncia sutilmente que já foi um desses gigantes e provavelmente possuía nos tempos que antecede o período da Torre de Babel, acentuados dons da clarividência e da telepatia. Outro fato: Enquanto Lubsang se preparava para levar lições ao mundo ocidental, quando ainda criança, porque esse era o seu ‘Carma’ ou seu destino - para tanto, submeteu-se a uma cirurgia na região frontal entre os olhos, onde encaixaram um dispositivo ‘trabalhado’, cuja operação lhe permitia se aproximar dos dons que ele possuía até o momento de Torre de Babel, cujos dons lhe permitiam a 3ª visão para poder desempenhar melhor sua missão, visando editar obras para nos ensinar o que fosse permitido dentro das Leis Naturais. Na Doutrina Espírita essa particularidade é chamada de vista psíquica ou dupla vista, cuja visão Jesus utilizava de modo muito superior e além da capacidade humana, por exemplo - ver os peixes no fundo do mar e convocar Pedro para que voltasse com a embarcação para determinada parte do mar e abastecesse-o, abundantemente, além de realizar outras infinitas obras que são consideradas milagrosas, mas que possui causa na infinita superioridade de Cristo.
A teoria de DARWIM,
Dando continuidade e para falar da existência dos gigantes em nosso planeta, temos que considerar o ponto de vista de DARWIM, que dizia que a evolução das espécies se dá através do processo de seleção natural dos mais aptos que passam adiante as características individuais que lhes permitem se multiplicar, ou seja, de geração para geração, as espécies vão se adaptando com novas formas até se formar uma aldeia de seres de uma só espécie que se sobrepõe. Certamente, quando falamos dos caracteres individuais dominantes do corpo físico não podemos nos esquecer da importância do corpo anatômico fisiológico que irá, ao meu entender, com o vagar do tempo e sob o comando da mãe natureza, conduzir as características preponderantes. Assim, os gigantes foram concebidos e gerados por úteros maternos de ‘originários terráqueos’ (tamanho padrão), até se tornarem gigantes aqui no planeta Terra, uma vez que gigantes originalmente o eram em corpo e em espírito no planeta de Capela. Posteriormente, pela morte do corpo físico em face do castigo mencionado na bíblia-tema que desenvolveremos mais adiante, e pelo processo inverso, eles perderam novamente, sob o comando da mesma mãe natureza e com a supremacia do tempo preponderante, as características originais dos gigantes. Mas, onde se fala dos gigantes na bíblia?  Em Gênese, no capítulo 13, v. 1, diz assim: “Aí nós vimos gigantes, os filhos de Enac, que são gigantes mesmos”; em Deuteronômio, capitulo 1, v. 18, diz assim: “é um povo numeroso e de estatura mais alta que a nossa! As cidades são grandes e fortificadas até o céu; são os descendentes de Inacim”. No mesmo livro, no capítulo 2, diz assim: “Antigamente, os Emim habitavam aí; era um povo grande, numeroso e de alta estatura, como os Enacim”; no Capítulo 3 diz assim: “Og, o rei de Basã, era o único sobrevivente dos Refaim; sua cama é a cama de ferro que está em Rabá dos Anomitas. Tem quatro metros e meio de comprimento e dois de largura, segundo o padrão normal”.
            Ao lermos o livro A 3ª Visão, de autoria de T. Lobsang Rampa, observaremos que, sutilmente, ele afirma ter sido um desses gigantes mencionados na bíblia. Em seus anais, os monges contam sobre uma civilização de gigantes conhecidos pelo nome de Amalequitas; alguns metafísicos sabem disso. Dizem que esse trabalho laborioso de mudar os Capelinos (ou seja, os ‘gigantes’) para o planeta Terra, tem as mãos misericordiosas de Jesus e de outros mensageiros da paz que trabalham perpetuamente para a evolução da espécie humana - um trabalho cientifico que é realizado pelas mãos das legiões dos amigos altamente espiritualizados, cujos companheiros seriam comandados por Jesus, companheiros de jornadas e apóstolos obreiros da seara Cósmica e que carinhosamente recebem o nome de “Divinos Jardineiros”. E como eu já disse, os Tibetanos conhecem esses Seres através de suas escrituras e os chamam pelo nome de “Jardineiros da Terra”.

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