A
ciência e a tecnologia avançaram pelos estudos e pelas pesquisas. Religião e
política perderam o “trem” da evolução. Eu pergunto - porque não arriscar na
busca de conhecimentos sobre o acervo espiritualista?
Ora, a bíblia não é propriedade de nenhuma
igreja, facção, instituto ou repartição. A bíblia é patrimônio do mundo
ocidental. Tal como a doutrina espírita, a bíblia haverá de ser estudada sem a
ortodoxia dominante e não deve resistir às opiniões contrárias ou pesquisas
científicas. Fatos maiores ou menores relatados na bíblia deverão receber do
cristão a mesma importância para desenvolver e desvendar mistérios contidos em
suas mensagens. O próprio Jesus, ao longo da bíblia, se preocupava com a
possível desatualização das mensagens para o homem do futuro.
Entrando no tema dos gigantes, quem era esse
povo - essa família? De onde vieram esses SERES? Para onde foram? Qual a
importância dessa civilização aqui no planeta Terra? Por que enfatizar a
presença dos gigantes mencionados na bíblia?
A bíblia possui o seu papel
histórico e, se realmente existiram os gigantes, estes naturalmente deverão
recompor o papel merecido àquela existência nesse compêndio que a humanidade
reverencia e tem como maior patrimônio literário. A ausência desses gigantes
nos anais bíblicos fatalmente empobreceria seu conteúdo textual.
Seguindo adiante, conta-se, mas não
há comprovação científica, que, provavelmente a Esfinge e as Pirâmides tenham
sido feitas por esses gigantes. Outro fato: A Esfinge, segundo dizem, possui
traços relevantes de que um dia, em um passado distante, tenha sofrido chuvas
torrenciais tropicais indicando para aquela região - uma região de características
tropicais, sugerindo, inicialmente, que um dia o planeta Terra tenha sofrido um
abalo de proporções tão gigantescas a ponto de promover mudanças climáticas radicais
no planeta inteiro. Essa catástrofe fenomenal teria sido o efeito do grande
dilúvio universal há doze mil anos.
Conta-se, ainda, que, a presença
dos gigantes no meio dos terráqueos veio contribuir para o desenvolvimento da
humanidade, ou seja, vieram acordar os primitivos terráqueos para o
desenvolvimento no entendimento cultural, espiritual, intelectual e
tecnológico. Tanto é verdade é que o homem de 50 mil anos atrás e mesmo o homem
que havia há 20 mil anos não deixou nenhum sinal de sua existência, tendo em
vista a sua inocência intelectual por se tratar de um homem rude e primitivo.
Como não existe o milagre e o homem irá conviver somente com o que inventou,
para a ciência esse avanço repentino em pequeno intervalo é um mistério. De repente, como por um salto de mágica,
vieram as pirâmides, as estruturas, a esfinge, os desenhos de Nazca no Peru, o
conhecimento, o desenvolvimento da ciência e da cultura, a expansão de outras
sociedades, tendo o Egito e a Grécia como destaque e que representavam o berço
do conhecimento, da cultura, incrementada pelos decantados filósofos gregos.
Como disse acima, esse salto surpreendente só pode ser explicado por um agente
extraterreno.
Mas, de onde vieram e quem são os
gigantes? A constelação de Cocheiro é formada por um grupo de estrelas; entre
essas estrelas se inclui uma que recebe, pelos terráqueos, o nome de Capra ou
Capela, cuja constelação se encontra a 45 anos luz distante da Terra. Esse tema
é conhecido por obras espíritas e pelos metafísicos e relata exatamente o que
teria ocorrido outrora naquelas paragens. Conta-se que um dia, um número
considerável de habitantes do planeta Capela, em face de graves delitos de
alguns predestinados para o mal, foram expulsos de lá, gradualmente,
(provavelmente pelo processo do desenlace do corpo físico, é lógico),
partiriam, em “espírito”, daquele planeta para renascerem (reencarnarem) na
Terra com o fim duplo de educar os primitivos terráqueos e, assim,
simultaneamente, em ambiente hostil, selvagem e cheio de pragas e doenças,
expurgariam seus próprios pecados ou delitos.
A não ser na bíblia, poucas obras
mencionam a existência desses gigantes.
Porém, Lubsang Rampa, o monge do Tibet, sutilmente afirma que um dia foi
um desses gigantes. No planeta Terra esses gigantes seriam os habitantes da
região Atlântida e seriam, portanto, os próprios ATLANTES.
Esses mesmos gigantes foram banidos
como espíritos, foram expatriados e encaminhados para a Terra, onde seria sua
nova morada, com fins específicos de correções. Para que ocorresse esse êxodo,
essa mudança, é lógico, houve planejamento do Alto, visando à transferência e,
consequentemente, a preparação da vinda do novo hóspede para se adaptar aos
padrões naturais da Terra e adequar-se à nova mãe biológica, primitiva e
originalmente terráquea.
Negar a presença extraterrena em
nosso planeta é negar, por exemplo, as figuras enigmáticas de variados animais
em Nazca – no Peru, cuja reprodução no solo ao longo de Nazca, só foi possível
sob a orientação de alguma aeronave – objeto até então descartado e
desconhecido pela família terrena. Como havia dito, trazer a matéria dos
gigantes para meu livro objetiva provocar nossos horizontes literários para um
caminho sem fronteiras, visando à elasticidade intuitiva. Ao longo do meu livro
tento manifestar a amplitude das Leis Naturais e defender que nada acontece sem
essa obediência e o nosso planeta na função de escola de alfabetização
espiritual, obedece a um plano do Alto e não dispensa das aulas, os alunos em
constante preparação.
Eu
não encerraria o presente capítulo sem antes fazer a seguinte recomendação: O
poder dos gigantes sobre determinada tribo - tema referido na bíblia e
conhecido como ‘Torre de Babel’, residia na força psíquica da clarividência e
da telepatia, dons privativos ou exclusivos que residiam muito mais na
qualidade do perispírito do que propriamente na qualidade do corpo fisiológico
dos gigantes. Eram com esses dons psíquicos é que eles dominavam e submetiam os
primitivos terráqueos, sobre uma estrutura injusta, exploradora e opressora. O
castigo imposto por JAVÈ sobre a ‘Torre de Babel’, consistia em eliminar o
corpo físico dos gigantes rebeldes, talvez pelo fenômeno do dilúvio universal,
ocorrido há 12 mil anos ou por algum outro fenômeno de grandes proporções.
Percebe-se, entretanto que, a Torre de Babel foi um fenômeno reparador ao
estilo de um dilúvio. Quem se dispor a procurar mais vestígios na bíblia sobre
esses gigantes - eles são confundidos na bíblia como sendo os próprios deuses e
outras ocasiões como adoradores dos deuses. - As igrejas e os fiéis os
denominam e os conhecem ‘também’ como ‘Adão e Eva’.
Pois
bem: Após o evento fatal eles reencarnariam sem os referidos dons e seus corpos
fisiológicos já se desenvolveriam com estrutura física - tamanho ‘padrão’.
Sabe-se que alguns, pelo merecimento espiritual, regressaram ao planeta de
origem, ou seja: reencarnaram no planeta Capela; Os mais endurecidos
‘espiritualmente’ permaneceriam aqui para continuadas existências físicas,
enfrentando a vida, sentados nos bancos de escolas, tal como nós, os
terráqueos, frequentamos diariamente.
Por
falar em perispírito, em capítulo exclusivo (mais adiante), relato
detalhadamente as funções do persipírito no corpo físico das pessoas, onde
proponho que os defeitos ou as qualidades anatômicas e fisiológicas que
acompanham os indivíduos desde o nascimento, possuem origem anterior ao período
da fecundação, dispensando laborioso trabalho dos ‘Engenheiros Genéticos do
plano astral’, na elaboração de um cronograma do candidato ao reencarne, com
antecedência de 5, 10 ou 15 anos, dependendo, é lógico, da vida pregressa do
futuro reencarnante. Seguindo em frente, Lubsang Rampa, o monge do Tibet, pelas
suas obras, anuncia sutilmente que já foi um desses gigantes e provavelmente
possuía nos tempos que antecede o período da Torre de Babel, acentuados dons da
clarividência e da telepatia. Outro fato: Enquanto Lubsang se preparava para
levar lições ao mundo ocidental, quando ainda criança, porque esse era o seu
‘Carma’ ou seu destino - para tanto, submeteu-se a uma cirurgia na região
frontal entre os olhos, onde encaixaram um dispositivo ‘trabalhado’, cuja
operação lhe permitia se aproximar dos dons que ele possuía até o momento de
Torre de Babel, cujos dons lhe permitiam a 3ª visão para poder desempenhar
melhor sua missão, visando editar obras para nos ensinar o que fosse permitido
dentro das Leis Naturais. Na Doutrina Espírita essa particularidade é chamada
de vista psíquica ou dupla vista, cuja visão Jesus utilizava de modo muito
superior e além da capacidade humana, por exemplo - ver os peixes no fundo do mar
e convocar Pedro para que voltasse com a embarcação para determinada parte do
mar e abastecesse-o, abundantemente, além de realizar outras infinitas obras
que são consideradas milagrosas, mas que possui causa na infinita superioridade
de Cristo.
A teoria de DARWIM,
Dando
continuidade e para falar da existência dos gigantes em nosso planeta, temos
que considerar o ponto de vista de DARWIM, que dizia que a evolução das
espécies se dá através do processo de seleção natural dos mais aptos que passam
adiante as características individuais que lhes permitem se multiplicar, ou
seja, de geração para geração, as espécies vão se adaptando com novas formas
até se formar uma aldeia de seres de uma só espécie que se sobrepõe.
Certamente, quando falamos dos caracteres individuais dominantes do corpo
físico não podemos nos esquecer da importância do corpo anatômico fisiológico
que irá, ao meu entender, com o vagar do tempo e sob o comando da mãe natureza,
conduzir as características preponderantes. Assim, os gigantes foram concebidos
e gerados por úteros maternos de ‘originários terráqueos’ (tamanho padrão), até
se tornarem gigantes aqui no planeta Terra, uma vez que gigantes originalmente
o eram em corpo e em espírito no planeta de Capela. Posteriormente, pela morte
do corpo físico em face do castigo mencionado na bíblia-tema que
desenvolveremos mais adiante, e pelo processo inverso, eles perderam novamente,
sob o comando da mesma mãe natureza e com a supremacia do tempo preponderante,
as características originais dos gigantes. Mas, onde se fala dos gigantes na
bíblia? Em Gênese, no capítulo 13, v. 1,
diz assim: “Aí nós vimos gigantes, os filhos de Enac, que são gigantes mesmos”;
em Deuteronômio, capitulo 1, v. 18, diz assim: “é um povo numeroso e de
estatura mais alta que a nossa! As cidades são grandes e fortificadas até o
céu; são os descendentes de Inacim”. No mesmo livro, no capítulo 2, diz assim:
“Antigamente, os Emim habitavam aí; era um povo grande, numeroso e de alta
estatura, como os Enacim”; no Capítulo 3 diz assim: “Og, o rei de Basã, era o
único sobrevivente dos Refaim; sua cama é a cama de ferro que está em Rabá dos
Anomitas. Tem quatro metros e meio de comprimento e dois de largura, segundo o
padrão normal”.
Ao lermos o livro A 3ª Visão, de
autoria de T. Lobsang Rampa, observaremos que, sutilmente, ele afirma ter sido
um desses gigantes mencionados na bíblia. Em seus anais, os monges contam sobre
uma civilização de gigantes conhecidos pelo nome de Amalequitas; alguns
metafísicos sabem disso. Dizem que esse trabalho laborioso de mudar os
Capelinos (ou seja, os ‘gigantes’) para o planeta Terra, tem as mãos
misericordiosas de Jesus e de outros mensageiros da paz que trabalham
perpetuamente para a evolução da espécie humana - um trabalho cientifico que é
realizado pelas mãos das legiões dos amigos altamente espiritualizados, cujos
companheiros seriam comandados por Jesus, companheiros de jornadas e apóstolos
obreiros da seara Cósmica e que carinhosamente recebem o nome de “Divinos
Jardineiros”. E como eu já disse, os Tibetanos conhecem esses Seres através de
suas escrituras e os chamam pelo nome de “Jardineiros da Terra”.
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