sábado, 27 de outubro de 2012

A SAÚDE ALTERNATIVA E O TRATAMENTO NATURAL - cap. XXIV


A GRAVIOLA é conhecida pelo nome científico de ANNONA MURICATA, tendo o nome popular de jaca do Pará ou araticum manso. Em suas propriedades terapêuticas encontraremos o poder vitalizante, diurético, adstringente, febrífuga, anti-inflamatório e que pode curar o câncer. O chá da folha de graviola tem proporcionado a cura da doença. Reportagens da Internet citam que o extrato da GRAVIOLA é, muitas vezes, mais poderoso que a própria quimioterapia por drogas; e mais: sem efeito colateral.
Nas indicações, o tratamento de cólicas intestinais, tosses e bronquites. Uso interno-chá por decocção: tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (2 ou 3 folhas de cada vez) por 21 dias consecutivos; cada dia fazer um novo chá. O uso das plantas medicinais, quando feito com critérios, só tem a contribuir para a saúde de quem as utiliza. A escolha correta da planta e a adequada preparação é que dará condições ao paciente para a possível cura. Os prováveis efeitos tóxicos da plantas ainda são pouco conhecidos. Portanto, deve-se observar bastante a qualidade fisiológica do paciente enquanto o mesmo faz uso do chá. É recomendado tomar o chá por 21 dias, inicialmente. Se os sinais vitais se apresentarem positivos, dê continuidade até a melhora de fato.
Nota importante: não dispense os cuidados médicos nem os procedimentos e medicamentos científicos (os alopáticos); pelo contrário, tente conquistar a parceria do médico nesse empreendimento, pois ele também é carente de atenções e tal como os demais também adoece, sofre e passa por angústias, indecisões, inseguranças e tem seus medos.  
E AS BENZEDIRAS? Eis outro fato que pertence às Leis naturais (e nunca ao demônio, como acentuam alguns religiosos). Na roça, na zona rural, é fato comum encontrarmos uma benzedeira. Em Minas Gerais ainda é comum essa prática antiga. Elas benzem contra as variadas doenças, contra quebranto, mau olhado, mordida de cobra venenosa, contra as bicheiras dos animais e os efeitos são imediatos e vistos a olho nu. No livro SAGARANA, de Guimarães Rosa, no capítulo do Burrinho Pedrês, o autor nos conta, entre outras proezas do burrinho que determinado dia o animal, voltando do pasto, trouxe consigo dependurada no focinho uma cobra Jararacuçu, como se fosse uma tromba.  Disseram que o pobre burro não morreu simplesmente porque a lua era boa e o benzedor acudiu de pronto. Na roça não se planta e não se colhe sem observar as condições da lua, que são as influências que regem as leis sobre a vida do planeta, do homem e da natureza - as quais não devemos ignorar.
            Para que Deus não seja injusto com nenhuma criatura, Ele legou-nos as Leis Naturais e, junto a esse presente, concedeu-nos o livre-arbítrio; assim, viver melhor ou pior, dependerá de nossas escolhas.
A PROPRIEDADE TERAPÊUTICA DA ARGILA NO TRATAMENTO DE DOENÇAS- A GEOTERAPIA
Conta-se que em uma pousada localizada no interior de Goiás, hospedes assistem, pela janela da pousada, macacos infectados pela febre amarela, visivelmente atacados por causa da febre alta que habitualmente acomete as vítimas da doença. Trêmulos por conta da febre rolam em meio ao barro. As pessoas da região comentam que, após rolarem no barro ou na argila, ficam inertes, cabisbaixos até a chegada da cura que não é demorada. É o meio instintivo que os macacos encontram para se salvarem. Não fosse a contribuição da mãe natureza e o instinto do animal em permanente ação, provavelmente essa e muitas outras espécies já estariam extintas.
 Os homens sábios prestam atenção no comportamento dos animais, tal como os índios fazem para descobrir os meios naturais de curas. O instinto não engana e é por ele que os animais mamíferos dão de mamar a seus filhotes, que a mãe defende seus filhos contra os perigos naturais, que as plantas se dirigem à luz do sol e dirigem suas raízes na busca dos nutrientes e da água, que o cachorro e o gato procuram as plantas verdes para se curarem de males estomacais e intestinais.
E a cura da tireoide pela argila, como se dá?
Hipócrates curou muitos pacientes de doenças degenerativas, dentre elas, o câncer.
 Pois bem! A tireoide é uma glândula de secreção interna que fica situada na região da laringe e é de vital importância para a nossa saúde e o nosso bem estar fisiológico. Segrega os hormônios T 3 e T 4, que são responsáveis pela distribuição do iodo em nosso organismo e possui funções que a ciência conhece e algumas que até desconhece. Os variados males nos indivíduos são causados pela disfunção do HIPERTIROIDISMO e pelo HIPOTIROIDISMO. Além da doença de GRAVES, a disfunção da tireoide provoca inúmeras enfermidades e são tantos males que, às vezes, os médicos confundem os sintomas com a depressão e vice-versa. Quem lucra muito com essas disfunções são os grandes laboratórios de multinacionais fabricantes desses medicamentos. Esse interminável estado de enfermidades incuráveis e esses incômodos intermináveis, muitas vezes, são de interesses dos donos de laboratórios. Conta-se, não faz muito tempo, que um desses ”grandes” laboratórios comprou de uns cientistas do Canadá o direito autoral de um achado para esconder a cura do diabetes. É o que dizem!
A cura da tireoide pela utilização da ARGILA
            Junte uma quantidade de argila que dê para cobrir a frente do pescoço, onde se situa a tireoide, na espessura de mais ou menos dois centímetros de altura. Antes, amoleça a argila com o chá de carqueja ou com o cipó “mil homens”, sendo que a sobra do chá poderá ser ingerida pela pessoa. O tempo de aplicação girará em torno de 22 dias. Em se tratando da aplicação, se puder ser realizada enquanto a pessoa dorme, melhor; do contrário, ela poderá fazer o uso durante o dia por pelo menos duas horas diárias.  É bom que a argila seja de procedência sadia e limpa. Para extrair a argila do solo em estado higiênico é bom retirar uma camada na superfície de 40 a 60 centímetros. Em Casas de produtos naturais se encontra argila em satisfatórias condições de uso.

A melhora ou a ‘cura’ da pressão arterial pelo urucum
Sinônimos: orucu – uru-uva – açafroeira da terra.
Indicações terapêuticas: afecções cardíacas (endorcadite - pericardite), afecções das vias respiratórias, tosses, bronquites, gripes, catarros, afecções do estômago, obstipação intestinal e hemorragia.
            Primeiramente farei algumas considerações. Grande parte dos medicamentos alopáticos (os medicamentos da farmácia científica) não curam -mas, apenas controlam as doenças pelo fato de o paciente nem sempre consegue modificar a sua alimentação, seu estilo de vida e muitas vezes não dispensa seus vícios, como o cigarro, as bebidas e o uso do café em excesso. Do mesmo modo as plantas curariam muitas enfermidades crônicas, mas, como disse, a alimentação correta é tão indispensável na vida do SER como o despertar do dia seguinte.
            Outra recomendação: nenhum paciente poderá, por conta própria, suspender os medicamentos receitados pelo médico para controlar alguma doença crônica, principalmente os hipertensos e os portadores de diabete.
            As caminhadas, os exercícios físicos (na medida do possível) e a alimentação sadia com frutas e verduras promoverão ao indivíduo a melhora em seu estado geral. Ora, ”colhe-se o que se planta”, “acha-se o que se busca”. A eliminação das carnes e dos derivados de animais permitirá ao organismo uma melhora fantástica.
MINHA CURA PELO URUCUM:
Uma mudança fantástica e surpreendente e não faz parte de milagres, mas da força da mãe-natureza. Ao procurar um médico para uma consulta periódica, detectou-se uma ligeira alteração em minha pressão arterial. O médico receitou-me os medicamentos para o natural controle, tal como ocorre com todos os pacientes. Tomei os medicamentos corretamente por 3 meses. Nesse espaço de tempo iniciei, por recomendação de uma amiga, o tratamento com o uso do urucum (aquela semente usada para fazer corante). Por se tratar de um alimento e não aparentar nenhuma contra indicação, fiz uso das sementinhas por critérios próprios, ou seja, coloquei 25 sementinhas do urucum em um copo d’agua de 200 ml e, após 1 hora, iniciei a ingestão de goles durante todo o dia, fazendo seu uso três vezes por semana, por duas semanas consecutivas. Deve-se tomar outras vezes sem exageros. Se você é portador de hipertensão faça a experiência. Minha pressão hoje (depois de 3 ano) continua (12 por 8). Outra recomendação: só quis suspender os medicamentos para o controle da pressão após repetidas investigações com controles diários por 3 meses seguidos; esporadicamente ainda faço a medição. Importante: provavelmente a cura NÃO poderá estender-se a todos os pacientes, mas a melhora é estendida a todos. Haverão pacientes comprometidos por lesões mais graves onde o acompanhamento e o controle médico é indispensável. Nesse caso, o urucum poderá ajudá-los na melhora. Nos primeiros dias da utilização do urucum nota-se a baixa do colesterol, a melhora da prisão de ventre e a regularização intestinal. Para soltar o intestino, a ação do urucum no organismo é fantástica. Talvez, por causa dessa particularidade da ação no intestino, se reside a baixa do colesterol. O urucum é também indicado para as doenças respiratórias.
PARIRI E O SEU PODER NA CURA DO CÂNCER E DE OUTRAS ENFERMIDADES:
Nome científico: Arrabidaea Chica.
            O pariri possui propriedades terapêuticas para tratamento de feridas localizadas na pele, cuida das cólicas intestinais, da diarreia com sangue e do corrimento vaginal. Anunciam também que ela tem uma ação anti-inflamatória comprovada. Contudo, estudiosos da fitoterapia vêm encontrando na planta a cura para o câncer- e os resultados são animadores.
            Dosagem: colocar em uma vasilha (xícara média ou copo) três folhas da planta deixando-a de molho na água por uma hora; após, poderá ser ingerida aos goles durante o dia. Repetir a dosagem por duas semanas. Alguns tratamentos pela fitoterapia carecem de uso por 21 dias. Tome e faça sua própria avaliação quanto ao período de uso, quanto à ação em seu próprio organismo. Recomendação: não abandone os medicamentos alopáticos e as orientações médicas sem autorização. O tratamento natural terá aceitação absoluta em futuro próximo; até lá, estaremos acumulando experiências fundamentais para a saúde do indivíduo.

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