De
volta a JOÃO, cap.15: v.16, veremos a 3ª Revelação anunciada. Talvez, nunca o
Cristo fosse tão claro e tão explícito como nestas últimas palavras anunciadas
por João, as quais poucas pessoas deram atenção o bastante, provavelmente
porque evitaram esclarecer-lhes e aprofundar-lhes o sentido profético.
Verificaremos que os profetas de
agora não são apenas doze, mas milhares, milhões a enviar-nos as mensagens de
Cristo - mensagens sempre anônimas, cumprindo a determinação do Cristo: ”Ele
não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que
há de vir”.
A 3ª Revelação possui o seu canal
por via dos espíritos - por instituições isoladas (apenas um médium) ou por
grupos afins, organizados, existentes em todo mundo e que vem confirmar,
explicar e desenvolver pelas Leis da natureza, tudo quanto o Cristo disse e
fez. As mensagens enviadas por intermédio das grandes obras psicografadas de
hoje nos permitem compreender as partes ininteligíveis ou que parecem
inadmissíveis no evangelho e ajuda-nos a distinguir o que seja realidade ou
alegoria, o que seja parábola ou comparação.
A 1ª Revelação teve a personificação em Moisés, a 2ª no Cristo e a 3ª,
como eu disse, está a cargo de milhões de profetas, que são os médiuns
espalhados pelo mundo, sem privilégios, ou seja, anonimamente. E o que há de
mais positivo é que as mensagens vão sendo espalhadas simultaneamente pelo
mundo afora.
Diz a Gênesis, por Kardec: “As duas
primeiras revelações, sendo fruto de ensino pessoal, ficaram forçosamente
localizadas, isto é, apareceram num só ponto, em um só lugar, em torno da qual
a ideia se propagou pouco a pouco. Foram precisos muitos séculos para que os
ensinamentos atingissem as extremidades do mundo”.
Outro claríssimo capítulo, que deve
ser dispensado do sentido de comparações ou de parábolas, é o de João, Capítulo
14, v. 2: “Há Muitas Moradas Na Casa De Meu Pai”. Ora, hoje, pelo nosso avanço
espiritual e intelectual como cidadãos da maioridade, certamente
compreenderemos quando Jesus diz: “Há muitas moradas na Casa de Meu Pai” - uma
frase dita pelo mais modestos dos Homens. Nesse caso, notoriamente, a “Casa de
meu Pai” seria o infinito ‘Universo’ e as diversas moradas seriam os inegáveis
milhões de mundos que habitam o espaço, não nos esquecendo, é claro, das
variadas dimensões existentes no universo astral.
Para
mentalização sobre o infinito universo, veja o capítulo Via Láctea no final da
obra.
REVELAÇÃO:
1ª
Revelação: Moisés.
2ª
Revelação: Jesus.
3ª
Revelação: “O Consolador, O espírito da Verdade que restabelecerá todas as
coisas e vo-las explicará todas” (João, capítulo. 15:16).
Na Gênesis, por Kardec,
encontraremos a seguinte explicação sobre a 3ª Revelação: ”Se Cristo não disse
tudo quanto poderia dizer é porque julgou conveniente deixar certas verdades na
sombra até que os homens chegassem ao estado de compreendê-las. Como Ele
próprio ‘confessou’, seu ensino era incompleto, pois anunciava a vinda daquele
que o completaria. Previra, pois, que suas palavras não seriam bem
interpretadas e que os homens se desviariam de seu ensino”. De volta ao
capítulo por inteiro: “O espírito vai guiar o testemunho dos discípulos; Ainda
tenho muitas coisas para dizer, mas agora vocês não seriam capazes de suportar.
Quando vier o ‘Espírito da Verdade’, ele encaminhará vocês para toda a verdade
porque o espírito não falará em seu próprio nome, mas dirá o que escutou e
anunciará para vocês as coisas que irão acontecer; O Espírito da Verdade
manifestará a minha glória porque ele vai receber daquilo que é meu e o
interpretará para vocês”.
Seguindo adiante, no trecho acima podemos
perceber que Jesus não quis apenas ocupar espaços ou dar volume às mensagens
carinhosa e espontaneamente produzidas. Pergunto: a mensagem produzida acima
seria para os dias de hoje? Seremos ainda imaturos para suportar ou
‘compreender’ a verdade que Jesus desejava nos anunciar? A humanidade já não
teria atingido a maioridade? Deveríamos tratar o capítulo como parábola, ficção
ou alegoria? Ora, é como diz Ramatiz: “Não adianta querer endireitar a sombra
de uma vara torta sem primeiro endireitar a própria vara”.
Precisamos nos desligar de velhas
raízes, de nossas tradições e de nossos conceitos servis e ultrapassados.
Provavelmente, o maior desafio enfrentado por Jesus teria sido a incompreensão
de religiosos oriundos de raças radicais dominantes.
Fariseus e Escribas eram por demais
orgulhosos para acolher a Jesus e às suas mensagens de fraternidade, piedade e
amor. Aquela gente aguardava um rei consumado pela arrogância, trajado ao
estilo faraônico - um rei que sustentasse mais poder e riqueza que o próprio
Salomão. Essa gente dizia que era pela influência dos demônios é que Jesus
expulsava os próprios demônios; não refletiam que se o demônio expulsava a si
mesmo, conspirava contra a si próprio.
Ainda hoje, se pudéssemos fazer o
DNA da alma de parte da sociedade e de parte de religiosos, incluindo alguns
teólogos, provavelmente encontraríamos Fariseus e Escribas.
Notoriamente, da alma, até a
presente data, não foi possível extrair-se o DNA. É uma pena!
Daqui um tempo, a ciência fará esse DNA da alma... Rsrsrs
ResponderExcluirMARAVILHA!!!
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